publicado
em 9/10/2008 às 19:44
A publicidade brasileira não tem conseguido ser tão sedutora e inovadora como foi no passado. A opinião é de Fabio Fernandes, sócio-presidente e diretor de criação da F/Nazca S&S, entrevistado para o MaxiPod 2008 pelo jornalista Alexandre Zaghi Lemos, de Meio & Mensagem. Outro problema apontado por ele no cenário atual é o da pausteurização do trabalho das agências de publicidade, que estariam muito parecidas entre si.




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Parabêns ao Fábio Fernandes, o que o nosso negócio precisa é disso: mais honestidade e menos mediocridade. Nada contra a mediocridade…desde que você seja honesto consigo mesmo e não queira se valer de seu estatus para vender mediocridade como inovação ou coragem.
Como o Fábio mesmo disse: existem clientes para todo tipo de agência
O que não dá mais é ficar ouvindo velhas formulas com retoque americano (e sou da época do retoque americano).
Acredito que cada vez mais as agências devam ser remuneradas pelo quanto o seu trabalho de fato contribuiu para o crescimento do bolo e menos pelo quanto negociou de volume de mídia. A criatividade como ferramenta de venda não como um grande papel de embrulho com umas sacadinhas. Fazer parte do negócio do cliente e não tomar uma parte do negócio.
Mais uma vez parabêns Fábio, é melhor ser claro e autêntico do que ficar se dando ares de soberania auto-emposta.
Só gostaria de agradecer o Fábio pelo posicionamento, porque a dificuldade que o profissional de criação enfrenta para apresentar um modelo diferente, uma idéia que agrega valor ao consumidor é enorme diante dos clientes conservadores, o mercado não está preparado para lidar com a comunicação moderna e a falta de capacitação das agências dificulta ainda mais o processo criativo e o relacionamento com os clientes. Esse tipo de discussão é importantíssima para o mercado publicitário.
Rafael Gonzalez - Santos/SP