<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>
<channel>
	<title>Comentários em: Fábio Fernandes - F/Nazca S&amp;S</title>
	<atom:link href="http://maxipod.meioemensagem.com.br/maximidia-2008/fabio-fernandes-fnazca-ss/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://maxipod.meioemensagem.com.br/maximidia-2008/fabio-fernandes-fnazca-ss/</link>
	<description>O Canal de PodCasting do MaxiMídia</description>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 10:21:11 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Robson Abileck</title>
		<link>http://maxipod.meioemensagem.com.br/maximidia-2008/fabio-fernandes-fnazca-ss/comment-page-1/#comment-91</link>
		<dc:creator>Robson Abileck</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 00:16:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maxipod.meioemensagem.com.br/?p=112#comment-91</guid>
		<description>Parabêns ao Fábio Fernandes, o que o nosso negócio precisa é disso: mais honestidade e menos mediocridade. Nada contra a mediocridade...desde que você seja honesto consigo mesmo e não queira se valer de seu estatus para vender mediocridade como inovação ou coragem.
Como o Fábio mesmo disse: existem clientes para todo tipo de agência
O que não dá mais é ficar ouvindo velhas formulas com retoque americano (e sou da época do retoque americano).
Acredito que cada vez mais as agências devam ser remuneradas pelo quanto o seu trabalho de fato contribuiu para o crescimento do bolo e menos pelo quanto negociou de volume de mídia. A criatividade como ferramenta de venda não como um grande papel de embrulho com umas sacadinhas. Fazer parte do negócio do cliente e não tomar uma parte do negócio.
Mais uma vez parabêns Fábio, é melhor ser claro e autêntico do que ficar se dando ares de soberania auto-emposta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabêns ao Fábio Fernandes, o que o nosso negócio precisa é disso: mais honestidade e menos mediocridade. Nada contra a mediocridade&#8230;desde que você seja honesto consigo mesmo e não queira se valer de seu estatus para vender mediocridade como inovação ou coragem.<br />
Como o Fábio mesmo disse: existem clientes para todo tipo de agência<br />
O que não dá mais é ficar ouvindo velhas formulas com retoque americano (e sou da época do retoque americano).<br />
Acredito que cada vez mais as agências devam ser remuneradas pelo quanto o seu trabalho de fato contribuiu para o crescimento do bolo e menos pelo quanto negociou de volume de mídia. A criatividade como ferramenta de venda não como um grande papel de embrulho com umas sacadinhas. Fazer parte do negócio do cliente e não tomar uma parte do negócio.<br />
Mais uma vez parabêns Fábio, é melhor ser claro e autêntico do que ficar se dando ares de soberania auto-emposta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Gonzalez</title>
		<link>http://maxipod.meioemensagem.com.br/maximidia-2008/fabio-fernandes-fnazca-ss/comment-page-1/#comment-88</link>
		<dc:creator>Rafael Gonzalez</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 15:26:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maxipod.meioemensagem.com.br/?p=112#comment-88</guid>
		<description>Só gostaria de agradecer o Fábio pelo posicionamento, porque a dificuldade que o profissional de criação enfrenta para apresentar um modelo diferente, uma idéia que agrega valor ao consumidor é enorme diante dos clientes conservadores, o mercado não está preparado para lidar com a comunicação moderna e a falta de capacitação das agências dificulta ainda mais o processo criativo e o relacionamento com os clientes. Esse tipo de discussão é importantíssima para o mercado publicitário.
Rafael Gonzalez - Santos/SP</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só gostaria de agradecer o Fábio pelo posicionamento, porque a dificuldade que o profissional de criação enfrenta para apresentar um modelo diferente, uma idéia que agrega valor ao consumidor é enorme diante dos clientes conservadores, o mercado não está preparado para lidar com a comunicação moderna e a falta de capacitação das agências dificulta ainda mais o processo criativo e o relacionamento com os clientes. Esse tipo de discussão é importantíssima para o mercado publicitário.<br />
Rafael Gonzalez - Santos/SP</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
